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Análise – AleXa (알렉사) – “Bomb”

AleXa Bomb

Heyo! Chegamos a mais um dia de Análise!

Hoje temos uma pessoa que aos poucos vem ganhando um espaço especial no meu coração: AleXa! (Por favor não confundir com a inteligência artificial da Amazon, ou a funkeira brasileira Lexa, já fiz isso algumas vezes).

AleXa debutou em 2019 com Bomb, pela ZB Label, e foi participante do Produce 48. Ela é americana e foi ganhadora do concurso “Rising Legends: Season 2”, um concurso com parceria da Cube e Soompi, uma das portas de entrada para deixar de ser apenas uma cover e se tornar uma Idol. Além das músicas lançadas, AleXa também é co-apresentadora do podcast How Did I Get Here, junto com o Jae. Sim, o Jae do Day6! 

Depois de “Bomb”, ela lançou “Do or Die” e “Villain”. Recentemente, foia vez de uma música com parceria de TheFatRat, “Rule The World”. AleXa tem um conceito que explora bastante um universo Sci-Fi e futurista, que começou em Bomb. Se formos ver bem direitinho, seus MVs são conectados e tem referências entre si.

Uma curiosidade bem interessante é que em Bomb foram usados alguns elementos do funk brasileiro, e Alexa já falou algumas vezes que é uma grande fã da Anitta. Além destes elementos do funk, as músicas tem batidas bem fortes de música eletrônica, e são sempre bem surpreendentes. 

Agora, vamos ao MV! 

 

Bomb basicamente conta a história de AleXa como uma inteligência artificial. Talvez o nome igual ao da inteligência Amazon não seja coincidência, não é mesmo? O mv começa com ela sendo descartada por alguém junto com outras… pessoas?

Ao acordar, ela não se sente bem de ter sido jogada neste monte de sucatas, já que em volta se encontram vários carros desmontados e peças pegando fogo, como um ferro-velho.

E então, a tela muda e temos uma mensagem no centro:

Algo que pode ser traduzido como “Eu não aguento mais”. Podemos imaginar o início de uma revolta das inteligências artificiais, como se não elas aguentasse o descaso com que são tratadas.

Começamos a ver onde AleXa teria sido fabricada, pois parece que ela voltou a este lugar. Ao andar pelos corredores ela olha ao redor, como se lembrasse do lugar. O holograma que vemos a seguir está falhando, dando a entender que ela foi descartada por um defeito.

E aqui vemos o momento em que ela pode ter sido ativada.

Enquanto ela ainda está sendo formada, AleXa é vigiada por outra inteligência artificial. As jogadas da câmera dão a ideia de que ela está sendo “conferida”, como se estivessem checando sua programação e funcionamento.

Durante todo o MV a AleXa parece estar fugindo de algo, que pelo contexto parece ser esta outra inteligência. Em certo momento ela é detectada, e é enviado um sinal de alerta.

O que continua sendo um jogo entre ela e a inteligência “principal”. AleXa permanece se escondendo enquanto busca por algo. Vez ou outra temos flashbacks de seu tempo nesta fábrica.

Mas, após esta cena, podemos perceber que os glitches são a revolta dela contra o que a criou, já que o padrão de visão de tela é o mesmo da máquina.

E então, a missão de AleXa faz sentido a partir do momento em que ela toca alguma coisa e uma legião de robôs acorda.

O que é bem parecido com o que acontece quando ela acorda e toca outra… pessoa? No começo do MV.

Como se ela tivesse o poder de acordar estas “pessoas”.

Enfim, AleXa consegue controlar estes seres, mostrando seu poder ao fazer todos caírem ao seu redor com o fim da coreografia.

A música tem certa ligação com o MV, já que ela fala sobre não ser como “as outras garotas”, que “das cinzas nós iremos renascer” e “muitos pensamentos na sua cabeça, não tem coração e não tem alma”, entre outras pequenas dicas de que a verdade esse debut é sobre uma inteligência artificial se revoltando contra o sistema e convocando seu exército para derrotar algo maior.

Ufa. Que jornada não é mesmo? E ai? Vai se juntar à AleXa nessa batalha?

Estela

Written by Estela

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