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O Tribunal de Justiça de Seul negou o pedido para emissão do mandado de prisão preventiva para Seungri

O tribunal indeferiu o pedido de mandado de prisão preventiva para Seungri e para o ex-CEO da Yuri Holdings, Yoo In Suk. Yoo In Suk trabalhou com Seungri em vários negócios, incluindo o clube Burning Sun, e ele também é descrito como uma figura influente nas controversas salas de bate-papo.

Em 14 de maio, Seungri e Yoo In Suk participaram de interrogatórios para determinar a validade dos pedidos da polícia para seus mandados de prisão preventiva. Estes mandados permitem que um suspeito seja detido por mais de 48 horas.

As suspeitas listadas nos pedidos incluem mediar serviços de prostituição, violação daLei de Crimes Econômicos Específicos, e da Lei Sanitária. O pedido de mandado de Seungri também incluía suspeitas de compra de serviços de prostituição.

Naquela noite, o juiz Shin Jong Yeol, do Tribunal Distrital Central de Seul, anunciou a negativa da concessão dos mandados solicitados.

Em relação ao caso de Seungri, ele explicou: “Há o que se discutir ainda em relação à principal suspeita, que é de desfalque. Também é difícil reconhecer uma razão para a detenção preventiva, como a potencial destruição de provas, em relação às demais suspeitas.”

Anteriormente, mandados foram emitidos para Jung Joon Young e Choi Jong Hoon, que também eram membros das tais salas de bate-papo. O mandado de Jung Joon Young era sobre a filmagem e compartilhamento de vídeos de câmera escondida, enquanto o mandado de Choi Jong Hoon estava relacionado às suspeitas de estupro.

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Written by Priscylla Piucco

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